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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A "crise" e as vendas online em 2009

Após registrar crescimento médio de 30% nos últimos anos, a expectativa da e-bit, empresa de pesquisa especializada em e-commerce, é que as vendas por meio da internet devem apresentar desaceleração em 2009.

Os indícios de retração do ritmo de crescimento nas vendas por meio da internet ocorreram quando, durante o Natal, as vendas ficaram abaixo da expectativa da e-bit, que eram que ocorresse um aumento de 25% em relação a 2007. Como o faturamento dos sites de comércio eletrônico no período de 15 de novembro a 23 de dezembro ficou em 15% (R$ 1,25 bilhão, ante R$ 1,08 bilhão do mesmo período de 2007), a conclusão é que isso é um sinal de crise também nas vendas pela internet.

Considerando que essa retração nas vendas ocorreu em um momento imediato à crise nos Estados Unidos e à fuga dos investidores do mercado financeiro, nada mais natural que os consumidores tenham sido um pouco mais contidos.

Na verdade, em 2008, a crise financeira passou longe do cenário virtual. Pelo contrário, uma prévia da mesma e-bit mostra que o faturamento nominal do último ano para o e-commerce no Brasil alcançou R$ 8,2 bilhões — valor 30% superior a 2007. "Do total faturado, os homens participam com algo em torno de 60%", diz Guaspi. Os números finais de 2008 ainda serão apresentados na 19ª edição do relatório WebShoppers.

Mas para 2009, a e-bit espera que as vendas feitas por e-consumidores alcance a marca inédita de dois dígitos de bilhão de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25%, em relação a 2008, o que representaria queda em relação ao crescimento do período anterior (30%).
Enquanto isso, a Casas Bahia investe R$ 3,7 milhões em um seu novo canal de vendas por internet, a Nike taqmbém desprezou a crise e as vendas online disparam.

Uma das causas do aumento das vendas online da Nike é a tentativa dos clientes de economizar gasolina, segundo o CEO da empresa. “Estamos observando um surpreendente crescimento das nossas vendas por internet”, disse Mark Parker durante palestra no World Economic Forum, em Davos.

Analistas da indústria afirmaram que o setor online continua se ampliando por causa da preferência das pessoas pela comodidade e pela facilidade de comparar preços.
Para as empresas que pensam positivamente e que investem em seus negócios online, apostando no retorno a, pelo menos, médio prazo, nada mais lógico do que esperar bons resultados.
Em mais de 10 anos que utiliza a rede, as compras feitas pelo comerciante cearense Pedro Moreira, 63 anos, têm esse perfil: peças para computador, impressora, celular, dentre outros. ´A internet é muito prática. No entanto, é preciso buscar lojas de confiança. Em média, cada compra que faço fica entre R$ 300 e R$ 500. Mas, já gastei até R$ 2 mil com uma máquina de lavar´.

fonte: emarket

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Marketing online (Part 05) - Final.

Hoje, depois de um longo período, publicarei a última parte da pesquisa feita pela McKinsey, sobre como as empresas estão fazendo marketing online.

O QUE OS CONSUMIDORES FARÃO ONLINE...
A evolução do marketing digital reflete nas mudanças de comportamento do consumidor. Hoje, mais e mais pessoas utilizam a web - ao invés de livros, páginas amarelas, bibliotecas, lojas de departamento ou corretores de imóvel -, para buscar informação. Desta maneira, estão sempre sabendo sobre novos produtos ou comparando preços.

De acordo com os executivos de marketing que participaram da pesquisa da McKinsey, em 2010 a web será decisiva nos primeiros dois estágios da decisão de compra do consumidor - escolha do produto e referências -, conforme a figura abaixo. A expectativa de que a maioria dos consumidores procurarão por novos produtos online, será um fator decisivo no plano de marketing das empresas, que aumentarão seus investimentos significativamente em diversas ferramentas de comunicação online, que ajudarão a construir as marcas.

Uma pequena parcela dos consumidores, de acordo com os entrevistados, usarão a Web para executar transações ou acessar serviços. Mesmo assim, 53% do total de entrevistados esperam que suas empresas faturem mais de 10% das vendas totais nos canais online, em 2010. Mais do que o dobro dos dias de hoje.

Algumas empresas, particulamente os grandes usuários de ferramentas de marketing online, começaram a integrar seus esforços online e digital. Hoje em dia, apenas 42% utilizam campanhas integradas e 32% usam campanhas online, para influenciar a venda offline.


terça-feira, 9 de outubro de 2007

Marketing online (Part 04)

Aqui vai mais um pouco da pesquisa da McKinsey sobre como as empresas estão fazendo marketing online.

COLABORANDO COM OS CONSUMIDORES
Ferramentas de colaboração como blogs, wikis e redes sociais iniciaram sua participação na propaganda, desenvolvimento de produtos e serviços ao consumidor.

1/3 dos entrevistados disseram que suas empresas utilizam algum tipo de ferramenta interativa ou colaborativa na publicidade. Algo entre 22% usam essas ferramentas para retenção dos clientes, que no consenso geral, ajuda a construir relacionamentos entre empresas e consumidores. O mais interessante é que apenas 19% aplicam as ferramentas para construção de marcas. O entusiasmo para experimentar essas ferramentas é claro: mais de 1/3 responderam que não sabem qual objetivo de marketing seus investimentos em colaboração e interatividade atingem, enquanto, 15% dos orçamentos para publicidade digital das empresas vão para estas ferramentas.

Pouco mais de 2/3 dos entrevistados utilizam ferramentas online para envolver seus clientes no desenvolvimento de produtos. As razões variam de acordo com o setor, que pode testar conceitos ou gerar idéias.

Além disso, 31% responderam que utilizam ferramentas de desenvolvimento de produtos colaborativas, tais como iniciar discussões em blogs para testar idéias, envolvendo os consumidores no uso das ferramentas colaborativas de design, ou testando o comportamento de venda dos produtos em mercados virtuais.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Marketing online (Part 02)

Aqui vai mais um pouco sobre o estudo da McKinsey, sobre como as empresas estão fazendo marketing on-line. Lembro, que publicarei as informações que julgar mais importantes. Falarei hoje sobre os anúncios on-line.

MUITOS VEÍCULOS, MENOS INTEGRAÇÃO.

Os investimentos em marketing digital crescerão significativamente. Hoje, 1/3 das empresas que anunciam online, já gastam mais de 10% do seu orçamento na web. Nos próximos 03 anos as empresas acreditam que gastarão pelo menos este percentual no seu marketing online e, 11% dos entrevistados afirmaram que a maior parte do seu orçamento será gasto online.

Pouco mais de 1/3 dos entrevistados são usuários frequentes das ferramentas da publicidade digital, do email ao blog. Estas empresas estão mais aptas para usar cada veículo, provando maior habilidade no uso de anúncio em vídeo, patrocício de marcas, blogs e redes sociais.

A maioria das empresas pesquisadas acham que os veiculos online são mais efetivos do que a mídia tradicional. Interessantemente, anuncios por sistemas de busca (Google, Yahoo, etc) - considerado o mais eficiente - figura apenas na terceira colocação em uso. De qualquer forma, as empresas disseram que aumentarão seus investimentos para anúncios em sistemas de busca e video-anuncios, enquanto emails e banners serão as últimas opções.

A metade das empresas que utilizam a publicidade online, afirmaram que trabalham com as campanhas online e offline integradas. Com o crescimento das ferramentas digitais é certo de que essa integração melhorará.

Figura 01 - Uso atual Vs. Gastos



Figura 02 - Tornando-se mais digital em 2010

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Marketing online (part 01)

Estava aqui na agência lendo um pouco e vi um artigo muito bom da McKinsey, sobre como as empresas estão fazendo marketing on-line. É uma pesquisa global que pretende mostrar como as empresas estão usando as ferramentas digitais, de websites à wikis.

Os entrevistados consideram que os anúncios online são proveitosos para construção de marca. Os gastos com publicidade online crescerão significativamente nos próximos 03 anos. Com isso, as empresas esperam em 2010 um incremento de 10% na receita, dos canais online.

Na pesquisa ficou claro que a maioria da empresas ainda não integrou a sua publicidade online com a offline.

Este é um ponto muito importante e que devemos repensar dia-a-dia na estratégia de comunicação dos nossos clientes, afinal cada vez mais as pessoas gastam seu tempo navegando na internet, contra o tempo que ficavam na frente da televisão.

Bom, aos poucos, colocarei as principais informações da pesquisa por aqui, confiram.